{"id":3471,"date":"2015-08-12T10:41:33","date_gmt":"2015-08-12T13:41:33","guid":{"rendered":"http:\/\/legacy.anacouto.com.br\/?p=280"},"modified":"2024-07-12T10:43:48","modified_gmt":"2024-07-12T13:43:48","slug":"marcas-e-o-desafio-darwiniano-de-existir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anacouto.com.br\/en\/artigos\/2015\/08\/12\/marcas-e-o-desafio-darwiniano-de-existir\/","title":{"rendered":"BRANDS AND THE DARWINIAN CHALLENGE OF EXISTENCE"},"content":{"rendered":"<p>O desafio das Marcas \u00e9 darwiniano. O que significa que quem vai sobreviver n\u00e3o \u00e9 o mais forte, nem o mais inteligente, mas o que tem mais capacidade de se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as. Para se ter uma ideia, da lista americana das Marcas da Fortune 500 de 1955, 429 n\u00e3o existem mais. Chato, n\u00e9? O ambiente de neg\u00f3cios \u00e9 bem mais nefasto para as Marcas do que a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Ele mata muito e as causas s\u00e3o diversas.<\/p>\n<p>Infelizmente, no Brasil o problema \u00e9 mais cr\u00f4nico. Al\u00e9m da nossa economia seguir derrapando, o ambiente para fazer neg\u00f3cio \u00e9 in\u00f3spito por conta da burocracia, falta de cr\u00e9dito e de leis trabalhistas ultrapassadas. Logo, sobreviver em um pa\u00eds que est\u00e1 em 130\u00ba entre os 185 pa\u00edses mais dif\u00edceis de se fazer neg\u00f3cio n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. As causas mais frequentes s\u00e3o: falta de planejamento, pr\u00e1tica de copiar modelos existentes, falta de investimento na Marca, n\u00e3o adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades do mercado, entre outras raz\u00f5es.<\/p>\n<p>Por isso mesmo \u00e9 preciso pensar muito no que pode trazer valor para o seu neg\u00f3cio antes de sair empreendendo. Como a Marca pode ajud\u00e1-lo nessa constru\u00e7\u00e3o de valor? Algumas perguntas f\u00e1ceis s\u00e3o bons filtros para refletir sobre a relev\u00e2ncia do seu neg\u00f3cio. Por exemplo: Se minha Marca deixar de existir, as pessoas v\u00e3o sentir falta? Meu produto\/servi\u00e7o faz alguma diferen\u00e7a no mundo?<\/p>\n<p>Al\u00e9m da mortalidade dos neg\u00f3cios estar cada dia mais alta, o &#8220;consumo capitalista&#8221; est\u00e1 sendo colocado em xeque, o que nos leva a pensar se poderemos continuar com excesso de consumo, dado os problemas ambientais que enfrentamos, o alto desemprego e at\u00e9 mesmo a pr\u00f3pria globaliza\u00e7\u00e3o amea\u00e7ando mercados.<\/p>\n<p>Em paralelo \u00e0 crise econ\u00f4mica, vivemos tempos de revolu\u00e7\u00e3o digital, que est\u00e1 fazendo um verdadeiro\u00a0<em>strike<\/em>\u00a0em v\u00e1rios mercados. A NetFlix acabou com a Blockbuster, que era a maior rede varejista americana. E n\u00e3o foi s\u00f3 o streaming digital que derrubou a Blockbuster. A entrada da Netflix no mercado foi muito estrat\u00e9gica. Ela criou uma proposta com mais relev\u00e2ncia para seus consumidores, entregando a fita em casa sem cobrar dias de atraso na devolu\u00e7\u00e3o e isso foi muito bem visto por seus consumidores, que odiavam pagar aquelas multas por dias atrasados. Quando veio o streaming, boom! Aqueles consumidores que estavam acostumados a receber pelo correio o filme agora baixavam pela internet. Desta forma, a Marca conquistou o mundo pela relev\u00e2ncia da sua Proposta de Valor.<\/p>\n<p>Da mesma maneira vimos outros movimentos acontecerem, como a Kodak fechar as portas, hot\u00e9is reclamando da for\u00e7a do Airbnb e taxistas pelo mundo fazendo greve por causa do aplicativo Uber. Dif\u00edcil segurar essa revolu\u00e7\u00e3o que traz novas formas das Marcas se relacionarem com as pessoas.<\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, a pergunta que n\u00e3o quer calar \u00e9: como fica o papel da Marca? O papel da Marca tem uma promessa clara: criar rela\u00e7\u00f5es de valor de longo prazo com todos os p\u00fablicos de relacionamento, ser diferenciado fazendo diferente do mercado, evoluir se mantendo relevante para seus p\u00fablicos, criar propriedade para reconhecimento de seu territ\u00f3rio e ser consistente para construir o futuro do neg\u00f3cio.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desafio das Marcas \u00e9 darwiniano. O que significa que quem vai sobreviver n\u00e3o \u00e9 o mais forte, nem o mais inteligente, mas o que tem mais capacidade de se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as. Para se ter uma ideia, da lista americana das Marcas da Fortune 500 de 1955, 429 n\u00e3o existem mais. Chato, n\u00e9? 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